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Freelancer, como estamos?

Para driblar o desemprego e a crise que assola o país, muitas pessoas deixaram de trabalhar em empresas e se tornaram independentes fazendo os “Jobs” para agências, empresas ou parceiros. São os chamados freelancers ou freelas.

 

Por que contratar?

Pesquisa publicada no Jornal Nacional mencionou que o desemprego chega a 33% na área de TI e assim muitos profissionais saem do CLT e estão trabalhando por conta própria. Algumas empresas, principalmente agências, já estão trabalhando com este tipo de contratação em mais da metade da sua força de produção.

Segundo Cynthia Akao, CEO da agência digital WV_Todoz, “O principal motivo deste tipo de contratação é a não existência de vínculos com a empresa e assim acaba sendo uma contratação mais barata. Onde não é necessário pagar pelos encargos de um trabalhador celetista, principalmente quando a demanda não é ou quando é esporádica. ”, explica.

“Outro motivo, é a facilidade na rotatividade do profissional caso ele não esteja agradando, por ser um freelancer não existe burocracia, você contrata por trabalho. “, pondera Cynthia.

Mas nem tudo são flores neste tipo de contratação, existem cuidados que o contratante deverá tomar na escolha, como explica a empresária, “O empregador tem que tomar cuidado com a seriedade e comprometimento do freelancer. Pois como ele não tem vínculo com a empresa, pode não cumprir os prazos ou até desistir no meio do caminho.

Outro ponto também é que se trata de um mercado que não tem padrão de custos e valores então o empregador pode contratar por uma determinada quantia ou mesmo um valor muito alto.

Além disso, a empresa deverá avaliar os diversos tipos de profissionais, pois há aqueles que trabalham em casa e aqueles que trabalham no escritório durante o job.

Por último, é necessário verificar os trabalhos anteriores do freelancer e pedir referências e recomendações aos antigos contratantes. ”, culmina Cynthia.

O que um freelancer busca?

Já para muitos profissionais, não é a contratação ideal, mas ajuda nas despesas e dá maior liberdade para realizar outras atividades, pois o tempo é ditado por ele mesmo.

Segundo a designer Anny Rosário, este é um ponto bastante favorável para a elaboração do seu trabalho. “Como freela, a maior vantagem é deixar fluir a criatividade através do ambiente que você mesmo pode criar. Particularmente, gosto das janelas bem abertas, aromatizador de ambientes e música em bom som. A liberdade de horário e de poder navegar mais tranquilamente pelas redes sociais, são outras particularidades essenciais que no cotidiano é difícil conciliar. O bem-estar para um bom trabalho sempre prevalece. ”, comenta.

Mas se para a empresa existem “requisitos” para contratação, o mesmo se aplica para os freelas, que podem escolher o tipo de trabalho e a empresa com a qual querem trabalhar. Outra opção que é bem-vinda no caso dos freelancer é a questão de poder agregar e opinar quanto a resolução ou andamento do projeto, sendo isso um ponto favorável para a interação entre contratante e contratado. “Criatividade e um bom papo ajudam na escolha de um profissional. Quando você opina e dá uma direção melhor para as empresas, tem a oportunidade de prestar mais serviços e de crescer junto com a empresa. Além de, claro, fidelizar e ganhar não somente um cliente, como um amigo”, finaliza a designer.

A faixa etária deste profissional geralmente vai de 20 aos 30 anos, e estão na maioria no setor de tecnologia, design e internet. Considerados rápidos e inteligentes, as pequenas empresas já têm a preferência e vêem o futuro do negócio neles. Por isso, a capacitação é essencial e estar bem preparado para tal é um grande desafio.

A sua oportunidade chegou!

Várias empresas disponibilizam serviços de contratação para trabalhos temporários ou homeworks, como é o caso do GetNinja, Prolancer, 99 design, template monster e outros tantos nacionais e internacionais.

Outras plataformas como o Facíleme Social Commerce vão além, o aplicativo de social commerce tem um sistema de parceria com os freelas, para o layout das lojas virtuais, oferecendo a seus clientes, pequenos empresários, o serviço destes profissionais freelancers.

Desta maneira, casa o profissional a um público mais segmentado, disponibilizando um trabalho mais personalizado para as lojas, melhorando seu produto, e o melhor, dando trabalho para quem precisa. Se você é designer ou front-end entre em contato e seja parceiro da Plataforma Facíleme. Para maiores informações acesse; www.facileme.com.br/freelancers.

No final, todos ganham!

Portanto, fica evidente que na atual conjuntura da nossa economia muitas pessoas estão aderindo a este tipo de trabalho, o que pode complementar uma renda ou ainda ser o novo emprego para quem necessita.  Se você está desempregado, a dica que eu deixo aqui é: faça um portfólio dos seus trabalhos, realinhe seu currículo em formato de apresentação (mais visual), se tiver, peça referência a pessoas ou empresas para as quais trabalhou e vá atrás dessas empresas. Com certeza você vai conseguir um mundo de oportunidades que o Freelancer pode lhe oferecer.

 

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